22/06/2017

Rap Nacional: "Salve, salve família"

Oi menines, é com grande satisfação que escrevo meu primeiro post, já agradecendo a Franciely por abrir esse espaço para compartilhar sobre o mundo da música com vocês, e o tema proposto do nosso primeiro encontro é sobre o RAP NACIONAL que tem marcado território. Apresento-lhes um pouco da cultura do rap de uma forma bem resumida pra deixa-los por dentro de tudo.

Logo que falamos sobre rap, lembramos rapidamente de grandes cantores americanos que fazem parte da nossa playlist – Flor Rida, Enimem, Jay-Z, Snoop Dog, etc -, mas o rap teve sua origem na Jamaica nos anos 60’s e chegando aos EUA no início dos anos 70’s. O rap nacional surgiu em 1986 na cidade de São Paulo, - “consideravam este estilo musical como sendo algo violento e tipicamente de periferia.” – pois as letras são grandes protestos sociais, denunciando injustiças e dificuldades da população pobre e menos favorecida.

O rap deve ser considerado um estilo de vida? É claro! A cultura abrange várias áreas da arte, como: música, dança, linguagem, grafite e moda!
Esse post é para enaltecer os rappers brasileiros que estão deixando seu marco na música nacional e vou apresentar a vocês 5 desses grandes artistas que merecem o nosso respeito

1 – HAIKAISS

Criado em 2006, o Haikaiss completa 10 anos de grupo, carreira, musicalidade e experiência profissional. Já foi lançado 4 CD's pela sua gravadora e produtora, baseada em São Paulo. Formado pelo Spvic, Spinardi, Pedro Qualy e Dj Sleep.

2 – PrimeiraMente
Fundado em 2012 por Leal, Gali e Raillow, frequentadores constantes das batalhas de rap de SP, como as batalhas do santa cruz, do beco, sexta free, batalha da leste, entre outras.


3 – Lívia Cruz


Aos 14 anos, Lívia Cruz, já participava de grupos de rap iniciantes, em Recife, sua cidade natal. Ainda adolescente, mudou-se para o RJ e com a Brutal Crew, gravou seu primeiro som, “Viúva Rainha”, produzido por DJ Babão, e foi indicada a um prêmio, em 2003.   Quebrando a banca, Lívia luta contra o machismo dentro do rap, suas letras tratam do empoderamento  feminino e igualdade.

 4 – Karol Conka 


Imagem relacionada
Karol começou a rimar ainda no colégio. Depois de algumas parcerias, encontrou no produtor Nave (Emicida, Kamau, Marcelo D2, entre outros) o som que casou perfeitamente com a sua proposta de fazer um rap com sonoridade universal, aliando batidas pesadas a timbres orgânicos. Ficou reconhecida ao ser indicada para o prêmio BMW 2011.


5 – Existência Verbal/ Rastauana                                   

Rap rondoniense ganha seu espaço e pra representar escolhemos esses dois grupos (Porto velho e Cacoal).
Eai gostaram? Eu fiquei super animada pra continuar nessa viagem que a música é Curtam o som dessa galera ai e até em breve! Beijos de luz.  
junho 22, 2017 / by / 0 Comments

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